Psicografia: SEUS FILHOS NÃO ESTÃO POR AÍ PERDIDOS (MARCO ANTÔNIO E JÚLIO CEZAR)

Querida mãezinha, meu irmão Paulo Henrique, aqui encontro-me na presença do papai Antônio e da vovó Maria que os abraça também, além da presença de meu irmão Marco Antônio também.

Mamãe, eu e o Marco Antônio chegamos aqui com toda a esperança com o seu coração ansioso de notícias nossas.

Hoje um ser que chamamos Jesus nos permitiu que através desse mecanismo nós pudéssemos alcançar seu coração machucado pela saudade de nós, seus filhos, que viemos pela barbaridade de pessoas que elegeram o mal para os seus caminhos.

Eu não vou perder o tempo para ficar entrando no mérito de suas ações. Nós que estamos vivendo no âmbito policial estamos sujeitos a esses corações endurecidos no mal.

Veja aí os casos nítidos de repreensão que são feitos com os homens da segurança, e por outro lado, Paulo, meu irmão, entristece-nos os nossos corações em ver gente da nossa profissão se envolvendo com atitudes não corretas, se corrompendo por ninharias.

O certo é que quis proteger o Marco Antônio da ação inesperada contra mim e ele em seguida. Não foi fácil de início, mãe, aceitar o ocorrido, e a revolta só não nos pegou de jeito porque fomos orientados pela vovó Maria que se fez nossa enfermeira e protetora.

É assim, mãe, que estamos aqui de ar renovado. Sabemos que um dos autores já está do lado de cá, e em situação difícil. Na verdade ainda tão ligado às pessoas não legais.

O que quero dizer, ou melhor, o que eu e o Marco Antônio seu filho queremos dizer, que eu e o Marcos não temos mãos manchadas de sangue. Seus filhos são limpos porque herdamos de você e do papai Antônio só lições lindas, fique tranquila minha mãe, seus filhos não estão por aí perdidos ou com revanche.

Paulo meu irmão, não me ofenda dizendo que você teve influência em encaminhar-me à área da polícia inspirando-me em você. Por favor, tire essa colocação de seu pensamento. Não é legal esse posicionamento. Você não tem qualquer responsabilidade em minha decisão. Espero mesmo, Paulo, que você saia daqui sem esse pensamento aliás, eu seu irmão fui obrigado a ser policial? Você me intimou? Não, não é mesmo.

Eu e o Marcos agradecemos a você e a nossa irmã pelo que fazem à mamãe.

Fica sossegada mamãe, obrigado por nos dar tantos exemplos.

Paulo, eu lhe digo, esses companheiros que estão no mau caminho são criaturas doentes que muitas vezes, pode crer, não tiveram os pais que nós tivemos.

Mãe, receba-nos em seus braços e passo agora por breves palavras ao Marcos.

Mãe, sou eu, seu menino, o Marco Antônio, em comum acordo ao Julinho, que falou mais, sim seu Julinho, mas não poderia de deixar um recado meu, estou bem mamãe, sem maiores problemas, do lado do Júlio e do pai, que veio até nós.

O pai deixa um abraço forte para você mãe.

Fica com Deus, mãe, é o seu filho, sim, o seu menino de sempre, com saudades de vocês, eu Marco Antônio da Silva Leme, e eu Júlio Cesar da Silva Leme.

MARCO ANTONIO DA SILVA LEME (25/10/2004, 20 ANOS)

JULIO CEZAR DA SILVA LEME (25/10/2004, 26 ANOS)

Mensagem psicografada pelo médium Orlando Noronha Carneiro, dia 21 de agosto de 2011, no Grupo Espírita de Caridade Meimei, em Curitiba.

Publicado em Psicografias

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