Psicografia: ALERTA AOS JOVENS (Dalmen Maikot)

ALERTA AOS JOVENS

Mamãe Joelma, papai Dércio, que bom vê-los aqui buscando notícias minhas.

Como me ensinaram aqui antes de tudo devemos pedir as bênçãos de Jesus e de Deus.

Mamãe, Papai, estou numa boa, podem tranquilizar a caixa do coração, sem qualquer revolta no peito, mas com a dor no peito chamada saudade. Essa sim pega forte em nossos corações.

Por questão de proteção ao médium e à instituição não evidenciarei nomes no caso que exporei, com a ajuda da minha avó Maria Ferreira e de meu avô Pedro Maikot. Foram eles que me trouxeram até aqui, nesse pouso de paz, muita paz mesmo.

Eu não sabia mesmo que X tinha compromisso com outra pessoa Y, que estava em processo de prisão.

Nós jovens, mamãe, com os amigos, saímos para as baladas, tão comuns, mas você conhece seu filho, jamais motivei qualquer saída para prejudicar quem quer que seja.

Encontrei X e o envolvimento ocorreu como duas pessoas normais na vida social da cidade. Acontece que nem eu poderia supor em que situação estava entrando, e hoje fico a pensar que quantos amigos em que eu não conheça devem estar presenciando por aí. É cada enrascada… Y ficou sabendo da situação.

Mas a vovó Maria Ferreira informou que X estava se desligando desse imbróglio, mas Y mantinha-se possessivo. Então, papai e mamãe, ficou nessa sutileza que eu jamais suporia iria me deparar na vida.

E nesse time Y projetou com informações de seus amigos que eu sequer os conhecia, sobre a situação de X. Assim como louco, sem que eu pudesse planejar qualquer defensiva, ele veio até mim fazendo o que fez.

Assim, peço a você e ao papai, que compreendam o que lhes falo para que não haja desvio nas informações que vocês tenham recebido.

O importante é que vocês saibam que não entrei nessa situação com maior consciência das coisas. Que meu relato sirva de alerta para as moçadas que se aventuram nas baladas da vida.

Talvez caso eu analisasse melhor o envolvimento, sem me atirar pela química, não entraria na fria.

Que meus amigos, e quem leia as minhas palavras, possam receber esse alerta como um sinal, pois pode ter certeza que todo jovem que sai sabe de onde está saindo, de seu lar acolhedor, mas não sabe com certeza o que vai encontrar onde pensa saber que sabe onde está indo.

Olhando para nós, mamãe e papai, vamos seguir nossa vida, sem qualquer desânimo. Estou com meus avós que me receberam depois do ocorrido, e são eles que me ajudaram a entender o que havia acontecido, e me ajudaram a repensar quando vinha a revolta do que Y me fez. Não foi um passo assim fácil, mas consegui olhar para mim, e olhar diferente a situação que me aconteceu.

Eu chorei várias vezes, sentindo-lhes o coração em mim, e creio que em certos momentos nossas lágrimas sintonizaram no mesmo grito de dor e saudade.

Mas agora a pacificação já está presente em meu coração. Quando à Y, sei que se encontra em prisão, muito normal é mesmo, pois os violentos, agressivos, que podem perturbar a sociedade, precisam ficar reclusos, não só no porte das grades, mas em estando fisicamente limitados, se sintam pressionados na consciência, para reavaliar a vida como foi construída de forma triste.

Mamãe, estou em casa sim, mas na frequência que me é permitido, sem qualquer clima de possessão.

Vamos dar uma chacoalhada na vida, bater o pé para frente, e sair de qualquer clima de desespero e aflição.

É o que desejo para vocês, toda a saúde e felicidade.

Valeu pelo que me deram o melhor que foi possível.

Preciso parar.

Como apoio da vovó Maria Ferreira e vovô Pedro retorno ao local em que estou acomodado.

Fiquem bem.

Como grande saudade, o filho reconhecido.

DALMEN MAIKOT (18/08/2010, 20 anos)

Mensagem psicografada pelo médium Orlando Noronha Carneiro, dia 20 de fevereiro de 2011, no Grupo Espírita de Caridade Meimei, em Curitiba.
Publicado em Psicografias

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